Resolvi experimentar air dry clay.
Não porque sou especialista, mas porque pensei: “quão difícil pode ser?”
Spoiler: o suficiente para me ensinar uma boa dose de humildade.
Eu não fazia ideia do que estava a fazer ~fui só com as vibes 😁
Demasiada água, pouca paciência, expectativas irreais e uma confiança completamente injustificada.
A air dry clay secava quando lhe apetecia, rachava quando eu não estava a olhar e obrigou-me a aprender tudo à base de tentativa e erro.
A minha primeira peça ficou… honesta 😅
Nada de Pinterest, nada de perfeição.
Ficou com marcas, pequenas rachaduras, lixei até quase me cair o braço e… partiu.
Resultado final: aquele ar clássico de “100% vibes, 0% instruções”.
Foi nessa primeira experiência que percebi algo importante... este material não é sobre controlo total.
É sobre adaptação. Sobre aceitar imperfeições, respeitar o tempo de secagem e perceber que o processo é tão importante quanto o resultado final.
Hoje olho para essa primeira peça com carinho.
Não por ser perfeita, mas porque foi ela que me fez continuar, explorar, experimentar e aprender mais sobre este material tão simples e tão desafiante ao mesmo tempo.
Se estás a pensar experimentar air dry clay pela primeira vez, fica descansada:
ninguém acerta à primeira e ainda bem.

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